domingo, 2 de setembro de 2012

Tenho servido a vários propósitos: preencher vazios, confortar almas tristonhas... e quem sabe até, ser figura de provocação de emoção. Em cada uma dessas intervenções, deixei pedacinhos de meu eu caleidoscópio...pedacinhos sim, porém inteiros. Talvez seja apenas impressões... Mas como sou poema, tudo me gruda, tudo me causa. Serei por ora, poema de "vento"...buscarei cada folha perdida e entregarei aos pés da cepa. Minha videira continua firme/ forte pois é plantada em terra profunda tendo a sua volta um rio de água pura. 

Margareth N.



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