segunda-feira, 26 de março de 2012




O  eu meu.

Está chovendo lá fora, e na saudade dessa conversa me brotam poemas...

“Quando a deixo entrar, se torna parte minha”

Lendo o poema que cai do céu, mergulho em nostálgicas sensações e
lembranças...
 Prosa em poema de água doce. .

"Raios de luz inexplicáveis clareando ao redor”

Para que palavras se o poema entra pelo  olhar?
Talvez para que possa saborear vida em palavras guardadas.
Velhos presentes,...
 Poemas originais nascendo de novo.
 Eu - alma,  tornando presente  o gosto, a cor e suas nuances.

Neste poema chuvoso que vejo pela janela, observo a falta de crianças fazendo
algazarras... o poema se parece entristecido pela falta delas...
Crianças já não correm mais na chuva?
Talvez devo esperar pelas chuvas da primavera.

Ah, como hoje estou espelho me vendo dentro desse poema, oscilando entre
as visões de fora e minhas coisas de dentro.


Margareth 

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